Spring HEAT by: Lightning
Olá, bem vindos a um novo update do Forgotten Hope. Hoje temos alguns renders do equipamento aliado utilizado na Normandia.
Primeiro, a submetralhadora Thompson M1A1, feita por Remdul e Seth Soldier.
Esta arma é muito diferente da Thompson 1928 usada pelos ingleses no Norte da África. O novo modelo moveu o ferrolho para o lado da arma, trocou a empunhadura vertical por uma horizontal, removeu o quebra-fogo e reduziu significativamente a taxa de disparos. Essas mudanças não somente tornaram a arma mais confiável como reduziram seus custos de produção pela metade. Aproximadamente 1.4 milhões de de Thompsons M1 e M1A1 foram feitas durante a Segunda Guerra Mundial.
O próximo render é o PIAT, feito por Toddel.
Na medida que tanques novos e mais poderosos surgiam, surgiu também a necessidade de armas anti-tanque mais poderosas. Enquanto os americanos desenvolveram o seu lança-foguetes Bazooka e os alemães o lançador descartável Panzerfaust, os ingleses seguiram em uma outra direção. O seu PIAT (Propulsor, Infantaria, Anti Tanque) lançava um projétil HEAT usando uma mola. Esse método, diferentemente dos modelos americano e alemão, não gerava um rastro de fumaça, mas tinha as suas particularidades. Quando acionada, a mola impulsionava um lastro de 5kg, além de acionar uma pequena ignição no projétil que tensionava a mola novamente, para evitar que o lançador tivesse que ser engatilhado a cada disparo. Esse sistema era pouco confiável e freqüentemente falhava em colocar a mola no lugar. Para resolver o problema, o operador tinha que colocá-la manualmente, o que necessitava de uma força de 900 Newton. Além disso, o lastro fazia do PIAT um equipamento muito pesado. O PIAT foi usado pela primeira vez na campanha da Sicília e permaneceu como arma anti-tanque portátil primária para os ingleses pelo resto da guerra.
Finalmente, o Torpedo Bangalore, também feito pelo Toddel.
O Torpedo Bangalore foi inventado em 1912 por um capitão do exército inglês em Bangalore, na Índia. Na Segunda Guerra Mundial o exército dos Estados Unidos o adotou e foi utilizado com bastante sucesso pelas forças Aliadas durante o Dia D. O M1A1 Bangalore Torpedo, que podia ser utilizado atrás de cobertura, era montado conectando-se múltiplas seções de 1.5m até chegar a 15m, causando uma explosão de 15m de comprimento por 1 de largura, efetivamente destruindo tanto minas quanto cercas de arame farpado. Surpreendentemente, o Torpedo Bangalore é utilizado pelo exército americano até os dias de hoje.